Tribunal de Contas de São Tomé e Príncipe reforça cooperação e compromisso com a modernização do controlo público na CPLP
São Tomé, 28 de outubro de 2026 – Uma delegação do Tribunal de Contas de São Tomé e Príncipe (TdC-STP), chefiada pelo Venerando Juiz Conselheiro e Presidente, Dr. Ricardino Costa Alegre, encontra-se em Luanda, capital de Angola, desde o passado dia 26 de outubro, para participar no IX Seminário da Organização das Instituições Superiores de Controlo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (OISC-CPLP), que decorre até ao dia 30 do corrente mês.

A delegação integra, igualmente, a Dra. Domicilia Afonso, Assessora para os Assuntos Jurisdicionais e Processuais do Presidente, e a Dra. Ernestina Cravid Verificadora do II nível, que acompanham os trabalhos técnicos e institucionais previstos no âmbito do encontro.
O XI seminário constitui um espaço privilegiado de diálogo, concertação e partilha de experiências entre as Instituições Superiores de Controlo da CPLP, com particular enfoque na definição de prioridades e no reforço da cooperação institucional. Entre os assuntos em discussão, destaca-se o plano de actividades da Organização, instrumento fundamental para a coordenação de iniciativas conjuntas e para o aprofundamento das relações de cooperação entre as instituições membros.
Paralelamente, Luanda acolhe o III Encontro dos Jovens Auditores da CPLP, subordinado ao lema «O Papel das ISC na Transformação Digital, Sustentabilidade e Transparência», que reúne jovens profissionais de sete países da Comunidade, incluindo São Tomé e Príncipe.
A realização conjunta do Encontro Jovem com o Seminário é uma escolha estratégica. Não é possível discutir seriamente o futuro das Instituições Superiores de Controlo sem colocar nesse debate aqueles que, dentro de poucos anos, terão a responsabilidade de as dirigir, modernizar e assegurar a sua continuidade. Os jovens são parte desse futuro.
A presença do Tribunal de Contas de São Tomé e Príncipe nestes dois importantes eventos reafirma o seu compromisso com o fortalecimento da cooperação internacional, a valorização dos seus quadros e o desenvolvimento de práticas de controlo externo cada vez mais eficazes, modernas e transparentes, em defesa do interesse público e da boa gestão dos recursos públicos.




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